quarta-feira, 26 de julho de 2017

Avós





Há coisas preciosas no mundo
Das que Deus criou para mostrar o amor
Deixou os avós
com seus conselhos
e suas histórias
a sabedoria
o abraço apertado.
O cuidado com os netos como fossem seus filhos
um chamego, o afeto transbordado.
Das coisas que Deus fez na vida
para ser puro amor
Plantou nos avós
as mãos que ofertam amizade
e preparam o alimento cedinho
o sorriso largo,
o coração sempre altivo.
E o doce abrigo:
seu colo quentinho.

Paula Belmino 




terça-feira, 25 de julho de 2017

Dia do Escritor



O Escritor e a palavra


Lavra os sentimentos
ocultos na alma a doer
e como quem tece um novo tempo
borda no sonho
as palavras cocriadoras
que fomentam, estimulam
serpenteiam a realidade
e a transforma.
Escrevendo a poesia que
ateia fogo
feito a larva
fervendo dentro da mente
aquecendo os corações de quem lê
Palavras escritas
para trazer vida,
o renascimento de todos os dias.
E como quem dá vida aos sentimentos
vai chamando um a um
sentidos e sensações
para se fazer inédito
em verso, em música
em palavras que tem na hora do parto
significados e formação.
A palavra nova tecida
que grita, expressa, fala ou silencia,
que comunga ou se rebela.
Parindo assim palavras lavras
que extinguem o vazio
e no ócio frutificam
o escritor usa a ferramenta da palavra e
faz de pedras ou estrelas inspiração
Escrevendo uma nova história
do sonho faz-se o poema
e da vida a poesia em ebulição.


Paula Belmino




Um feliz dia do escritor a todos que usam a força das palavras para transformar o mundo!

Alguns momentos inesquecíveis nesse escrever e  levar poesia, alguns dos tantos vividos e eternizados pela palavra escrita







Meu primeiro livro Contos de família


Antologia casa da Poesia na Biblioteca Municipal





No centro Educacional Logos





Na creche O mundo da Criança





Lançamento d emeu livor em SP com alguns amigos escritores


Com minha professora da UFRN Alice Maria






No café com Leitura Escola Estadual Angelita






segunda-feira, 24 de julho de 2017

A repolheira (Dica de Livro)


Um mistério em torno da vida
de uma senhora toda de preto
encapuzada vendendo na feira, sem nunca falar, e nem se mostrar, vende repolhos pra ganhar sua vida.
Seria uma bruxa?Estaria doente?
Toda de luvas, fosse dia ou noite, tempo frio ou quente.
Ali na aldeia todos eram unidos, plantavam, vendiam tomates, rabanetes, batatas, pra fazer a sopa e aquecer as noites geladas, era normal um comer à mesa do vizinho, afinal eram grudadas as casas. Naquela aldeia distante do sol, a união e a gentileza era o que aquecia as famílias, salvo pela repolheira, com quem nunca se importou muito ou um bom dia retribuía.



Ninguém dela se aproximava, era moça ou velha, ninguém sabia dizer
todos ao vê-la passar tinha dó, as crianças sentiam medo, seria doente, que feitiço podia fazer? Todos à ela estendiam repulsa e medo do que por baixo da capa viesse aparecer.
A pobre mulher ficava na última banca da feira, seus repolhos a vender sem nunca surpreender
chegava cedo, saia sem se despedir
Que mistério haveria ali?


Um dia de repente passa um comerciante por ali, e vai até a banca da repolheira, quer comprar todos os repolhos para revender, ela mal dá atenção, não diz sim, nem não, só faz seu serviço, sem um aperto de mão. E naquele dia cinzento, o sol vem dar uma ajuda, na hora que a moça levanta o rosto para receber os tostões, uma luz mostra-lhe os olhos cor de avelãs
E ai tudo muda na história...
O que vai acontecer?
Seria ela uma bruxa
O comerciante o que pode fazer?
Passado algum tempo ela dali desaparece, e até mesmo os mais faladores da repolheira se esquecem
Até que certo dia, no lugar de repolhos flores perfumadas aparecem.


Seria o comerciante um príncipe encantado?
A repolheira uma princesa, ou uma fada?
Pra saber o fim da história é preciso ler
e com uma sopinha de repolho apreciar com prazer!




Essa é a história do livro: A Repolheira de Claudia Nina com ilustrações de Raquel Díaz Reguera pela Aletria um conto lindo que deixou meus alunos encantados, além de ler e eles reescreverem a história, as crianças puderam conhecer uma horta e provar o repolho em sopa e na salada, incrementando assim a merenda do dia: cuscus com ovos e frango desfiado, com salda de repolho e cenoura ralada. Uma gostosa maneira de dar vida ao conto lido, e vivenciado


Olhem que lindo o fogãozinho de papel e papelão que elas criaram para fazer a sopinha?



Caderno dos alunos com a receita de salada de repolho e reescrita do conto


Visita á horta para conhecer verduras e legumes


Hora da merenda


Para comprar o livro:

https://www.aletria.com.br/A-repolheira

sábado, 22 de julho de 2017

Música e Poesia





Quando o espírito elevar-se em música
e junto com os pássaros entoar
um canto terno
expressando sentimentos bons
que evoquem paz
a natureza florescerá
ao som da luz
ao toque do amor
e tudo em volta se fará sinfonia.

Quando a música fluir
e todos os sons ao redor
 forem envolvidos num canto inédito,
dentro de si se fará silêncio
e  os ouvidos serão abertos
para o que é etéreo 
para ouvir o som da vida
a melodia da música
 cândida
na alma em festa!

Paula Belmino


Alice tem se dedicado a estudar música tanto aprender a tocar violão como a flauta doce e aqui no Projeto Primeira Nota , projeto social com apoio do governo municipal as crianças no Espaço Cultural, e na total dedicação e belo trabalho dos professores Francisco Aprigio e Francienio Luis e coordenadores têm levado arte, música, movimento cultural e poesia à infância num intuito de fazer a vida mais bonita garantindo oportunidade de aprender cultura e se expressarem, desenvolverem habilidades e talentos.
Ontem as crianças estiveram ensaiando e pude perceber o quanto elas tem evoluído, e deixando-se levar pela música que traz tantos benefícios para a sensibilidade, cognição, saúde emocional e física.
Vamos continuar seguindo esse caminho da música elevando-se o espírito e entoar louvores à natureza e ao Criador.

Vejam alguns vídeos:










quinta-feira, 20 de julho de 2017

Café com Leitura Na Escola Angelita Félix Bezerra




Café e Poesia
A poesia diária

Como bebida degustada 

Alivia a dor
trazendo pleno prazer e
alegrias.

É bálsamo, remédio, afeto.

Na alma se misturam os sentimentos 

À primeira hora
O café, o amor
Traz à vida sabor.

Em todo tempo se busca o sentido 

E realização ao

Prazer incontido.
Pra beber devagarzinho

A paixão aos goles, 

em burburinho.
Alimentando a boca e a alma:
_Um café, um poema, e muito amor por favor!!


Paula Belmino


*Poema inspirado no projeto literário Café com leitura realizado pela Escola estadual Angelita Félix, do qual pude participar recendo carinho em forma de apresentações dos jovens lendo e trabalhando alguns poemas de minha autoria no livro: Bem Poesia pela Editora Delicatta
Na ocasião houve a reinauguração da Biblioteca Câmara Cascudo que fica na escola aberta em tempo integral, e deve ser a fonte que alimentará a alma dos leitores, a bebida, a inspiração para seus deleites poéticos.

Com a presença da comunidade, professores e gestão os alunos pude falar um pouco da delícia que é se alimentar de poesia, sendo ela vida, e a palavra encarnada que gera transformação, reflexão. Em minha fala incentivei os alunos a continuar lendo, a viver a poesia em sua totalidade não apenas para distração ou estudo, mas sim para refletir, educar para a sensibilidade e humanização. Uma poesia viva, que na leitura diária, é café, é pão, alimentando a alma e nutrindo os sentimentos.



Meu poema Roda vida

Poema Bolhas


Pude também autografar alguns exemplares para professores e amigos e dar uma entrevista à RPTV












E com apoio da amiga Deborah Matt que está sempre semeando livros , recebi alguns exemplares que destinei no mesmo dia à biblioteca Câmara Cascudo, na escola, para enriquecer o acervo e prover inspiração ao público leitor!



Uma tarde maravilhosa entre os amigos, conversa, café e leitura:
A verdadeira poesia!!!

Para adquirir meu livro pelo site


Ou entra em contato que envio via depósito.